Quando uma mulher neurodivergente e seu melhor amigo decidem fazer justiça com as próprias mãos, contra um pastor acusado de crimes irreparáveis, acreditam estar eliminando um monstro. Mas o que fazem não encerra a violência — ao contrário, a instaura. O que começa como um ato de convicção moral logo se transforma em um ciclo silencioso de desintegração. À medida que as consequências se acumulam, os dois se veem presos em um lento colapso psicológico, onde culpa e vínculos quebrados começam a corroer tudo o que antes parecia sólido. Entre o que foi feito e o que não pode ser desfeito, a linha entre justiça e crueldade se dissolve. Ambientado em Ouro Preto, este é um thriller psicológico sobre justiça, decadência e os limites perigosos entre acreditar estar certo e ultrapassar o limite da sanidade.